ELN: Infame mas forte?
Oi corninhos, tudo bem? Não? Sim? QUEM SE IMPORTA? Pois agora começa agora o Enchendo Linguiça News de 2025 e a Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando) tem algumas novidades do mundo dos VIDEOGAMES sempre com muita animação, e sempre a alertar sobre a cruel ou mesmo suja indústria de VIDEOGAMES!
Esse jogo existe para o propósito solene de causar anarquia.
Essa merda é tão fofa que eu jogaria de boas, sério! Me lembra uma fusão de Harvest Moon com Golden Sun.
Limpar o mundo do joguinho, porque sei que o amiguinho leitor não limpa nem a bunda!
Não entendi nada mas quero jogar essa merda!
Minecraft da Nintendo.
Pokémon e seu novo desenho está ai e… EU SEI PORRA! MAS EU QUERIA FAZER ESSA PIADA!
Essa franquia era tão colorida, porque foi ficando tão escura não faço a menor ideia.
Porradas, monstros e muita loucura! Meu tipo de jogo.
Jogo de por mocinhas orientais em perigo? Virou a moda desse ano? A tendencia de Silent Hill F tá pegando forte?
Essa franquia de Megaman foi esquecida até por mim! Fico feliz que lembrem dela.
Metroid: Breath of the Wild! Me lembro quando muita gente da industria queria que Metroid seguisse o caminho dos Zeldas recentes e parece que isso vai ser atendido agora.
Esse jogo promete e parece que vai entregar, só não sei se os fãs mais velhos vão aceitar.
Pokémon bizarro voltando porque sim.
Texto da I.A começa aqui:
Nintendo Inventa o Que Já Existia Desde 1987: A Revolução da Roda Quadrada
Em um movimento revolucionário e absolutamente sem precedentes, a Nintendo decidiu patentear, em pleno 2023, um sistema de invocação de personagens que – pasme! – já existe em jogos desde a era dos disquetes.
Sim, estamos falando da incrível inovação de chamar um boneco secundário pra lutar do seu lado. Algo que franquias como Shin Megami Tensei (da SEGA, diga-se de passagem) já faziam lá em 1987, quando a Big N ainda achava que “Pokémon” era original. Mas tudo bem, porque agora a Nintendo decidiu que esse conceito tem CPF, RG, e sobrenome — e o sobrenome é Nintendo.
Ah, e não para por aí: também patentearam a brilhante ideia de trocar de montaria. Algo tão revolucionário quanto… andar de cavalo no Red Dead Redemption. Ou em Zelda. Ou basicamente em qualquer jogo com um animal. Mas calma: desta vez é diferente, porque agora tem papel timbrado do USPTO!
Aparentemente, o plano é usar isso como arma jurídica contra jogos que ousarem ter ideias parecidas — mesmo que essas ideias tenham 30 anos de idade. Afinal, nada mais justo do que patentear o passado e transformar “inspiração” em infração, né?
No fundo, talvez a Nintendo não esteja inovando em jogabilidade, mas sim em como reescrever a história da indústria com um carimbo e um advogado.
Bravo, Nintendo. Você não inventou a mecânica. Você só quer cobrar aluguel de quem usa ela melhor.
Mais um texto de I.A
Borderlands 4 finalmente saiu, e junto com ele veio o que todo jogador de PC já aprendeu a esperar de lançamentos AAA em 2025: um benchmark disfarçado de jogo. O desempenho? Um espetáculo — se você gosta de slideshows interativos. Tem gente com RTX 4090 jogando em 720p e ainda ouvindo o cooler do PC implorar por socorro em sânscrito.
Mas calma, que a Gearbox tem a resposta: a culpa é sua, jogador de PC. Isso mesmo. Segundo o presidente da empresa, se você não está feliz com o desempenho do jogo, talvez o problema seja o seu PC da Xuxa. Ou melhor ainda, vai lá e programa o seu próprio jogo, já que você é tão esperto.
A resposta foi tão madura quanto pedir no McDonald’s um lanche sem picles e o atendente mandar você plantar sua própria alface.
Ray tracing: o efeito especial que ninguém percebe, mas que destrói tudo
Claro, o Borderlands 4 roda mal, mas é bonito. Bonito demais. Tem sombra em tempo real no botão de “Sair do Jogo”, reflexo realista no suor do bandido que você nem viu porque o jogo travou antes. Tudo com ray tracing, porque aparentemente estamos em uma nova religião onde todo pixel precisa ser iluminado com a bênção de sete fontes de luz dinâmica em 4K.
A Epic prometeu que a Unreal Engine 5 seria revolucionária — e foi mesmo! Revolucionou o jeito de transformar placas de vídeo de R$ 10 mil em torradeiras.
A engine vem com o pacote completo: Nanite, Lumen, caos, desespero e um stutter a cada movimento de câmera. Otimização? Isso ficou no brainstorming da primeira reunião, logo antes de alguém gritar “e se a sombra do menu inicial refletisse em tempo real?!”
Jogos estão virando tech demos com loot
É impressionante. Parece que a indústria esqueceu que a gente joga, não assiste. Você está no meio de um tiroteio, tentando sobreviver, e a GPU está ocupada renderizando o reflexo do bigode do NPC que morreu atrás de uma parede. A ação engasga, o FPS cai, e o jogo vira um concurso de paciência.
A real é que tá todo mundo correndo pra fazer o jogo “mais bonito do mundo”, enquanto esquece o detalhe pequeno chamado desempenho mínimo aceitável.
“Ah, mas com DLSS ligado e upscaling quântico em 4D, dá pra rodar bem…” — claro, se você também desligar o cérebro e ativar o modo fé.
Conclusão: Parabéns, Borderlands. Você fez tudo… menos funcionar direito.
O problema não é só Borderlands. É o padrão da indústria: lançar jogo inacabado, otimizar depois (ou nunca) e ainda fazer gaslighting na comunidade. Mas cobrar preço cheio no lançamento? Isso roda a 120 fps, sem travar.
Então, parabéns à Gearbox: conseguiram criar o primeiro jogo que roda pior que Cyberpunk 2077 no lançamento. Só falta agora o patch 2.0 que remove o ray tracing, as texturas em 8K, e quem sabe, talvez, coloque o jogo em condição de ser jogado.
Até lá, seguimos aqui: com nossos PCs “fracos”, esperando o milagre da performance. Ou melhor, programando nosso próprio jogo. Já que é tão fácil, né?
Mais um texto de I.A
No mundo das corridas de cavalos, onde a glória costuma ser medida em troféus e vitórias, existiu uma égua que conquistou corações não pelas medalhas, mas pela sua incrível coragem em continuar correndo, mesmo quando a linha de chegada nunca trazia o primeiro lugar. Essa é a história de Haru Urara, a égua japonesa que, mesmo sem jamais vencer uma corrida, se tornou uma verdadeira campeã no coração de milhares de pessoas.
Nascida em 1996, Haru Urara tinha uma linhagem nobre e promissora. Mas o destino tomou outro rumo. Corrida após corrida, ela cruzava a linha de chegada sempre atrás dos demais. Foram 113 corridas e nenhuma vitória. E mesmo assim… ela nunca desistiu. Cada galope era uma nova chance, cada derrota era recebida com dignidade, e com o tempo, ela virou símbolo de algo raro: a beleza de continuar tentando, mesmo quando o mundo espera que você pare.
No auge da sua fama, bilhetes de apostas com o seu nome viraram amuleto da sorte no Japão. Ela foi chamada de “a estrela brilhante de todos os perdedores” — um título que, ao contrário do que parece, carrega um brilho especial. Ela ensinou que há honra na persistência, que perder com graça é também um tipo de vitória, e que nunca se deve julgar alguém apenas pelos resultados.
Anos depois, Haru Urara ganhou uma nova vida — digital e cor-de-rosa — no universo do jogo e anime Umamusume: Pretty Derby. Lá, ela foi reimaginada como uma personagem fofa, energética e cheia de esperança. Mesmo na fantasia, sua essência foi preservada: a de alguém que corre com alegria, que não desanima, e que sempre acredita que o próximo passo pode ser o melhor de todos.
No dia 9 de setembro de 2025, Haru Urara nos deixou, aos 29 anos de idade — uma vida longa e cheia de significado. Ela faleceu de forma tranquila, cercada pelos cuidados da fazenda onde viveu seus últimos anos em paz. A causa foi uma cólica, uma condição comum e séria em cavalos, mas sua passagem foi serena.
A comoção foi imediata. Fãs do mundo inteiro — especialmente os de Umamusume — se uniram para prestar homenagens. Tributos foram feitos, flores deixadas virtualmente, mensagens escritas com lágrimas e carinho. Não por uma campeã de medalhas, mas por uma campeã de espírito.
E mesmo agora, Haru Urara continua a correr — não mais em pistas de terra, mas nos pixels do jogo, nas memórias dos fãs, e no coração de quem entende que há beleza em simplesmente seguir em frente.
Que Haru Urara siga galopando nos campos do céu, livre como sempre foi. E que sua história siga inspirando aqueles que acham que fracassar é o fim — quando, na verdade, pode ser só o começo.
Texto da I.A acaba aqui!
Jogue essa porra chapado, deve dar um barato muito louco!
Ninjas são amor, ninjas são o caminho.
Joguinhos de estratégia com waifus e muita loucura! Sério, esses jogos da franquia Fire tão cada vez mais indo pra um simulador de vida, quase um Dragon Age oriental.
Esse vai ser o briga de rua do ano quando sair, quando sair.
Essa franquia não para de dar dinheiro de jeito nenhum!
Nem sabia que tinha o 1.
Simulador de Greenpeace cyberpunk com monstros está ai pra jogadores de Nintendo jogarem a 2FPS.
- A Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando) esta sempre a espreita!
- Chineses estão putos com Silksong porque a tradução pro chinês esta uma bosta!
- Rumores dizem que o jogo do Wolverine já tem data de lançamento definida e um jogo do Venom e do Aranha 2099 estão sendo planejados.
- Life is Strange vai ter série e torço pra não virar uma versão cagada de X-Men com Malhação.
- Tem uma peça de teatro do Resident Evil no Japão. “BIOHAZARD: Night of Heroes” é o nome da peça.
- Nintendo mandou embora todo o departamento de atendimento ao cliente. Vão trocar tudo por I.A?
- Persona 5 no Overwatch! Vai ter uma colaboração do jogo da Sega com o do Microsoft e foda-se que eu não jogo essa merda!
- Xbox vai subir de preço nos EUA e isso não é novidade.
IMAGENS E MEMES SEM MOTIVOS!


















Só a DLC do Pokémon é 200 reais!




Virtual Boy de papelão é 100 dólares.

