ELN: Demissões pra todos!
Oi seres de carne, estão empregados? Foram demitidos? Foi justo a demissão? Sim ou não? Esta tudo bem? Não? Sim? QUEM SE IMPORTA? Pois agora começa o primeiro Enchendo Linguiça News de 2025 e a Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando) tem algumas novidades do mundo dos VIDEOGAMES sempre com muita animação, e sempre a alertar sobre a cruel ou mesmo suja indústria de VIDEOGAMES! E lembrando que fizemos esse lindo podcast de jogos, VÃO OUVIR!
Daqui a pouco até o Kid Bengala e o Ringo Star vão aparecer nesse troço.
MOMENTO TEXTÃO DA I.A COMEÇANDO.
Hoje em dia, é cada vez mais raro ver uma mesma desenvolvedora lançando vários jogos muito parecidos. Pega a Capcom, por exemplo: com Resident Evil indo super bem, lançar um novo Dino Crisis agora poderia acabar dividindo o público — ou até sendo completamente ofuscado. É o mesmo motivo pelo qual ninguém mais solta dois jogos de luta ao mesmo tempo. Um rouba espaço do outro, e no fim ninguém sai ganhando.
Se Dino Crisis voltasse hoje, ele teria que ser bem diferente de Resident Evil. Não dá mais pra ser só um “RE com dinossauros”. Teria que ter uma identidade própria, uma proposta diferente, algo que se destaque no meio da multidão.
Isso também vale pra outras franquias. A galera vive pedindo um novo F-Zero, mas a Nintendo provavelmente segura a ideia porque Mario Kart já reina absoluto. Pra F-Zero voltar, teria que trazer algo realmente novo — senão vira só mais um jogo de corrida no meio de tantos outros.
No fim das contas, é como Darkstalkers e Street Fighter: não tem como a Capcom dar atenção pros dois ao mesmo tempo. O mercado meio que só aceita um grande nome do mesmo estilo por vez dentro do mesmo estúdio.
Mas também não é que só possa existir um jogo por gênero. A real é que, dentro do mesmo estilo, cada jogo precisa ter a sua cara. Tipo o Marvel Rivals — todo mundo achou que ia ser só “mais um Overwatch”, mas ele acabou chamando atenção por causa dos personagens, do ritmo mais rápido, dos modos diferentes… e tá aí, funcionando.
Claro que arriscar é difícil, ainda mais hoje em dia, com o custo altíssimo de desenvolver um jogo e a concorrência absurda. Mas faz parte. Até os gigantes tropeçam quando entregam algo genérico. A Disney tá aí, tomando uma atrás da outra com os filmes da Marvel por insistir na mesma fórmula de sempre.
Talvez só Pokémon ainda seja “à prova de falhas” — vende milhões mesmo com jogos super mal otimizados. E olha que sai jogo novo praticamente todo ano. GTA também é um fenômeno, mas sai um jogo por década, com investimento de filme de Hollywood.
No fim das contas, a lição é simples: repetir sem inovar é fácil… mas ninguém presta atenção por muito tempo.
OUTRO PARA ALEGRAR O POST
Stop Killing Games: A Salvação dos Jogos… só que não
Então, rolou aquele abaixo-assinado super revolucionário lá na Europa chamado Stop Killing Games, idealizado por um cara inspirado depois que a Ubisoft resolveu “matar” o The Crew — porque nada diz “amor aos gamers” como tirar seu jogo favorito do ar, né? A proposta? Criar leis para impedir que as empresas apaguem os jogos do mapa.
Até aí, parece legal, né? Só que… calma. O projeto é tão limitado que mais parece um quadro de “só para europeus”. Afinal, só aceita assinaturas de gente que mora na Europa, e só vale para a Europa. Ah, e detalhe: eles fingem que não entendem que tem jogos de serviço e online que simplesmente não funcionam off-line — tipo, vai cobrar o quê?
Mas claro, não para por aí! Um desenvolvedor no YouTube resolveu expor TODOS os furos e problemas dessa ideia “maravilhosa” e, adivinha? Foi atacado como se tivesse ofendido a rainha da Inglaterra. Porque, né, a galera prefere acreditar no sonho mágico de nunca mais perder um jogo, mesmo que isso seja, tipo, impossível.
No fim, é só mais um exemplo clássico de quando a esperança encontra a realidade e sai chorando. Triste, mas é a vida dos gamers.
MAIS UMA VEZ O ROBÔ FALA:
Homenagem super atrasada pro Satoru Iwata — 10 anos da partida do último cara que realmente importava na Nintendo
Pois é, já se passaram 10 anos desde que a indústria dos videogames perdeu o que talvez tenha sido a última alma decente da Nintendo: Satoru Iwata. O sujeito não era só o presidente, era um desenvolvedor que suava a camisa, botava a mão na massa e, acredite, gostava mesmo do que fazia. Pra marcar a data, o Masahiro Sakurai, o cara que criou o Super Smash Bros., soltou aquela mensagem bonitinha pros fãs — tipo “lindo, eterno, um mito”, tudo o que a gente já sabe.
Mas vamos combinar a real: o que importa mesmo nessa história é o que veio depois que o Iwata morreu. A Nintendo, que sob o comando dele era um oásis de dignidade, praticamente uma fortaleza anti-DLC, anti-microtransação, virou um circo barato assim que ele saiu. Sabe aquele ditado “quando o gato sai, os ratos fazem a festa”? Pois é, a festa começou e a gente que pague.
Enquanto Iwata tava lá, segurando a onda e barrando as merdas que iam engolir a empresa, o time que ficou resolveu que era hora de enfiar DLC até em jogo de bola de gude, cobrar caro por conteúdo mínimo e transformar o consumidor em caixa eletrônico ambulante. “Mas na época do Iwata não tinha DLC, não tinha essas palhaçadas”, dizem os saudosistas. Exatamente. E por isso ele é o rei.
A Nintendo pós-Iwata virou uma máquina de lucro às custas da paciência do jogador, e é engraçado pensar que ela só conseguiu fazer isso depois que o último cara com um pingo de amor pela indústria se foi. Ou seja, valeu, Iwata, por segurar a barra, por não deixar a empresa afundar no próprio ego e ganância — mesmo que a porcaria tenha desandado rapidinho depois que você deu adeus.
Nintendo, essa filha da puta, só mostrou a verdadeira cara depois que ele morreu. Que ironia, né? Aí fica fácil ser “revolucionário” quando você só precisa seguir o caminho do dinheiro fácil, enquanto o cara que realmente se importava tá lá no céu jogando uma partida eterna de Balloon Fight.
AGORA OUTRO PRA ALEGRAR O DIA E TEMA DESSE POST:

Xbox escorregando no tobogã do inferno: Microsoft demite 9.000 pessoas num dia só — e, claro, dizem que está tudo perfeito!
Phil Spencer vem todo sorridente anunciar lucro recorde, enquanto corta 9.000 funcionários. Porque nada diz “vitória” como jogar gente na rua, né? Aí cancelam o jogo do John Romero, mandam toda a equipe embora e dão um “até nunca” bem carinhoso para o jogo da Rare. Sim, aquela Rare que todo mundo respeita, mas que agora virou passado rapidinho. O Perfect Dark? Também cancelado, porque, afinal, pra que inovar, né? Melhor enterrar os sonhos da Crystal Dynamics, que ajudava no jogo, e ainda ferrar o novo Tomb Raider no processo. Genial!
E os insiders? Ah, esses são uma maravilha! Dizem que a Microsoft quer deixar a IA mandar em tudo para economizar uns trocados e demitir ainda mais gente. Já pensou? IA programando a nuvem, criando jogos e mandando humanos passear. O famoso “Copilot” do Azure — essa maravilha da tecnologia que ninguém entende direito e que já virou o pesadelo dos desenvolvedores. Pura adrenalina!
Olha só, a Microsoft lucrou 70 bilhões este ano, mas está jogando todas as fichas numa aposta que parece mais um “vamos ver se cola”. Pelo menos ainda temos os jogos clássicos, porque jogo feito por IA? Vai ser tipo aqueles filmes ruins que a gente finge que não viu.
No final das contas, parece que só a Nintendo — e, se a sorte bater na porta, a Sony — vão segurar essa barra furada enquanto o navio afunda com estilo. A receita é velha: cortar custos, jogar tudo na barataria e depois chorar as pitangas quando a casa cair. E os fãs? Ah, esses que se virem, com aqueles 45 minutos gloriosos de Master Chief de bunda de fora, tipo maratona de série cancelada… Epa, a série dele não foi cancelada?
Pra fechar com chave de ouro, a Microsoft ainda cancelou todo o desenvolvimento do Forza Motorsport e vai empurrar para a pequena equipe brasileira do Xbox a responsabilidade de cuidar de toda a América Latina só para dizer: “Valeu, pessoal, fechamos com estilo.” Estilo queda livre, voadora no ego e despedida em câmera lenta. Palmas para eles!
MOMENTO TEXTÃO DA I.A ACABADO!
Esse jogo existir é um milagre em si, pena ser meio genérico demais.
Remake do Front Mission 3 usou IA nas ilustrações e tradução e aparentemente ficou uma bosta.

Todo ano tem remake disso, sério, o tempo todo mas o que sobra é ver se emplaca.
Um dos mais pedidos de volta e cheio de vontade e golpe antiaéreo pra fritar os babacas que gostam de ficar pulando.
Uma história bizarra, amiguinhos, vejam só: A Arquidiocese de Salvador denunciou um grupo chamado “Arquidiocese de Salvador Minecraft” por uso indevido do nome e símbolos da Igreja, registrando um B.O. e alertando os fiéis a não participarem. O grupo, criado em 2015 por católicos como forma de pregação no Minecraft, tem uma hierarquia fictícia e realiza eventos religiosos no jogo. Os criadores dizem que nunca quiseram se passar pela Igreja oficial, usaram o nome em homenagem e estão dispostos a mudar tudo para evitar confusão. Curioso como certos problemas mobilizam a Igreja com tanta rapidez, enquanto outros bem mais graves demoram a receber atenção, né?
Jogo de waifu? Mais um? Pensei que era um jogo da franquia Fate/Stay Night mas é outra coisa pelo visto.
É o Ken Masters, simplesmente isso.
- A Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando) esta sempre a espreita!
- A Warner Bros cancelou um jogo não anunciado do Batman com o Damian Wayne como protagonista, e olha que tinha coisa bacana no projeto em? Mas fazer o que? Até Mortal Kombat rodou bonito nessa porra. De resto poderia ser algo na onda de Batman do Futuro mas nunca saberemos.
- A divisão de jogos da Warner foi rachado em duas, deve ser para fechar melhor
- Andrew Schulz pode ser o Dan Hibiki em algum projeto futuro ligado a Street Figther e meu deus como isso soa estranho, espero que seja só na dublagem.
- Usada Pekora, uma Vtuber vai ser homenageada no Death Stranding 2 porque o Kojima gosta dela, é só por isso. Sério, se ele comeu a moça ou não não sei mas porra isso é o maior “foda-se o jogo é meu” que já vi.
- Persona 5: The Phantom X, jogo mobile da franquia Shin Megami Tensei vai sair pra PC e, bem, você amiguinho pode ser um otaku escroto fantasiar de ter uma vida social ativa e uma heroica ao mesmo tempo!
- Procon é a primeira entidade de defesa ao consumidor do mundo a intimar a Nintendo por banir e brickar consoles desbloqueados. E isso amiguinhos, é lindo!
- Quem gosta de jogos gacha tem celular com memória fudida, porque isso é um fato dito pela Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando).
- Shuji Utsumi, presidente da Sega, disse que reviver a empresa será o maior feito da sua carreira. Ele já trabalhou em grandes projetos como o lançamento do PlayStation, do Dreamcast, de Kingdom Hearts e fundou o estúdio Q-Entertainment.
- Capcom laça umas indiretas que Dino Crisis vai voltar e tal mas isso nunca acontece, se sair um remaster acredito mais que um remake ou um jogo novo. E tem que ver a demanda pra um jogo novo também afinal por mais que seja um jogo bacana é difícil que saia algo novo dessa franquia tão cedo.
- E tão dizendo por ai que Final Fantasy 9 vai ter remake e tal mas até agora nada de nada.
- EA vai matar os servidores do Anthem e como o jogo é só online vai ser injogável
- Naoki Yoshida, um dos cabeçad e Final Fantasy atualmente deu uma palestra no Japão e metade é sobre como ele gosta de Gundam.
- App pra PC do Xbox integrou os jogos da Steam do nada.
- Stardew valley supera Portal 2 e vira o jogo mais bem avaliado da Steam.
- Devido a inflação e especulações do mercado de cartas de Magic os baralhos de Final Fantasy estão na merda no sentido monetário de revenda.
- Novo Superman tá no Fortinete.
- Falou.
IMAGENS E MEMES SEM MOTIVOS!

O conteúdo desse cara é ouro puro.














