ELN: CHEGA DE CENSURA!

ELN: CHEGA DE CENSURA!

Oi seres de carne, estão censurados? Foram processados? Foi justa a causa? Sim ou não? Esta tudo bem? Não? Sim? QUEM SE IMPORTA? Pois agora começa o primeiro Enchendo Linguiça News de 2025 e a Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando) tem algumas novidades do mundo dos VIDEOGAMES sempre com muita animação, e sempre a alertar sobre a cruel ou mesmo suja indústria de VIDEOGAMES!

Esse Skyrin está diferente né?

Waifu Gear, anime of patriots? Se ninguém faz metal gear os fãs fazem por eles mesmos!

A ideia é boa mas será que o povo vai jogar unido? Quer dizer, jogos que exigem que o povo não faça macaquice tendem a ser ou muito bons ou virar um vespeiro de ódio e mal comportamento.

Capcom tá fazendo um arcade do Resident Evil 2, estilo House of the Dead.

A atmosfera é boa, mas será que só isso carrega o jogo?

É, temos filme do mortal Kombat.

O trailer é bonito mas será que se sustenta só com isso? Tem que se provar mais que um The Sims medieval.

Essa porra pode ser muito engraçada ou uma tragédia, mas irá vender pra caralho e isso é certo.

Jogo de corrida com zueira? Isso é lindo e de Deus! Torço pro sucesso dessa porra.

Sai na rua e receba o Bulbassalto! De preferencialmente de noite nas quebradas mais próxima.

Bob Esponja em meio uma guerra divina entre um deus europeu e um espírito bizarro europeu? Porque não? E com o Patrick a tira colo! É perfeição em forma de jogo!

Esse jogo vai se vender sozinho, sério. É Pokémon caralho!

O clássico tá de volta, forte, turbinado e animado pra um caralho!

Esse Skyrin tá diferente né? Mais polido e animado? Cheio de recurso. Tem uns outros 3 aqui embaixo.

Uma nova ascensão dos RPG ocidentais? Só o tempo dirá.

TEXTÃO DE I.A COMEÇA AQUI.

Em julho de 2025, milhares de jogos independentes evaporaram das prateleiras digitais de plataformas como Itch.io e Steam. Sumiram. Puff. Sem aviso, sem explicação, sem reembolso. Desapareceram das buscas, foram desmonetizados, bloqueados, excluídos das bibliotecas dos jogadores como se nunca tivessem existido. Tudo com a eficiência clínica de quem deleta spam.

Nem mesmo os jogos de terror escaparam do paredão moral.

O estopim? Uma carta chorosa do grupo conservador australiano Collective Shout, enviada a empresas como Visa, Mastercard, PayPal e Stripe, acusando plataformas de lucrarem com “exploração sexual”. O escândalo artificial surtiu efeito: operadoras financeiras — sempre zelosas com a moral alheia (mas cegas para corrupção corporativa e exploração real) — reagiram como uma freira desmaiando. Começaram a pressionar marketplaces digitais a seguir suas “diretrizes morais”. Tradução: parem de vender qualquer coisa que incomode nossos valores puritanos.

A resposta das plataformas? Joelho no chão. Censura preventiva, total e automática. Robôs limpando vitrines com a sutileza de um rolo compressor.

Visual novels eróticas foram os primeiros alvos. Mas logo vieram os jogos com temática queer, narrativas sobre trauma, saúde mental, identidade de gênero, distopias, sátiras políticas, terror psicológico — todos banidos sem cerimônia. Se o jogo fazia você pensar, sentir ou questionar algum dogma social — tchau. O novo critério editorial? “Se pode causar desconforto em um conservador de meia-idade, exclua.”

Algoritmos cuidaram do serviço. Invisibilização via back-end. Banimento com um clique. A nova fogueira é digital — e automatizada.

Criadores relataram que seus jogos simplesmente desapareceram. Perderam renda, audiência e até acesso ao próprio trabalho. Alguns descobriram que seus jogos foram apagados das bibliotecas dos compradores. Sem download, sem reembolso. Sem nem um “foi mal aí”.

Frente à indignação, a Mastercard emitiu um comunicado protocolar:

“Não avaliamos jogos nem impusemos restrições. Permitimos todas as compras legais. Exigimos apenas que os comerciantes adotem controles para garantir que nossos cartões não sejam usados em compras ilegais.”

Em resumo: lavaram as mãos.

A realidade? Operadoras financeiras estão usando “moralidade” como ferramenta de controle cultural. Plataformas, sob pressão, adotaram políticas cada vez mais restritivas. A Steam reescreveu suas regras para conteúdo adulto; agora até a sugestão de erotismo passa por purgatório. O Itch.io, antes um bastião da liberdade criativa, ocultou ou bloqueou qualquer jogo rotulado como NSFW — incluindo títulos sobre dor, luto, desejo, memória. Se for humano demais, corta.

E por trás dessa cruzada moral, a máquina. Grupos como Family Research Council, Focus on the Family, Alliance Defending Freedom e o próprio Collective Shout operam globalmente com chantagens financeiras, disfarçadas de zelo ético. Usam linguagem de pânico sexual e retórica religiosa para redesenhar, longe do debate público, os limites do que pode ou não existir na cultura digital.

Hoje o pretexto é “conteúdo adulto”. Mas o alvo real é a imaginação. A capacidade de contar histórias que incomodam, que tocam feridas reais, que desafiam normas. Aquilo que se cala hoje “para proteger as crianças”, amanhã será censurado “por incitar desordem” ou “ofender valores nacionais”. O totalitarismo moderno começa com etiquetas de conteúdo impróprio.

Estamos vivendo uma era onde pensar virou risco contratual. Onde escrever sobre desejo pode te desmonetizar. Onde criar sobre depressão pode te deletar da internet. Onde robôs, lobbies e planilhas substituem críticos, leitores e público. E quem mais sofre? Artistas independentes — especialmente LGBTQIA+, racializados, e criadores que ousam sair da norma.

Hoje caçam jogos sobre sexo, terror e trauma. Amanhã será qualquer história que ouse questionar. Porque o que se tenta apagar é justamente o que torna a arte relevante: a capacidade de provocar.

Defender a liberdade criativa não é capricho de artista sensível. É resistência.

É afirmar que algoritmo não entende ironia, que banco não sabe o que é arte, e que deixar a cultura nas mãos do cartão de crédito é como entregar uma biblioteca a um inquisidor.

Porque no fim, como já dizia quem sabia bem dos perigos do pensamento:

Pensar ainda é a forma mais perigosa de pornografia.

MAIS TEXTÃO DE I.A

Desde 28 de março de 2025, todos os jogos da Take-Two (incluindo a série Borderlands) passaram a exigir novos Termos de Serviço que permitem uma coleta massiva de dados. Eles podem pegar desde informações técnicas do seu dispositivo até seu comportamento no jogo, localização exata (se você permitir) e até criar um perfil seu baseado em como você joga.

A linguagem dos termos é vaga o suficiente pra permitir praticamente qualquer uso desses dados — inclusive compartilhamento ou monetização — sem explicar direito o que vai ser feito com tudo isso.

A comunidade reagiu como esperado: review bombing na Steam, críticas no Reddit e desconfiança geral. Muita gente teme que isso sirva também pra banir mods ou limitar alterações no jogo, apesar da Gearbox dizer que “não é spyware” e que só vão atrás de mods que quebram o jogo online.

Na prática, os termos continuam valendo. Se você aceitar, concorda com tudo isso. Se não curte a ideia de ser rastreado enquanto joga, talvez seja hora de repensar sua relação com a franquia.

MAIS TEXTÃO DE I.A

Em uma jogada digna de Black Mirror, o CEO da Roblox, David Baszucki, teve uma ideia revolucionária: transformar a maior plataforma de jogos infantis do mundo… em um lugar para encontros românticos entre adultos. Sim, isso mesmo — o que era um espaço para construir castelos e cuidar de pets virtuais agora também poderia servir para encontrar sua alma gêmea. Ou pelo menos alguém com um avatar minimamente carismático.

A proposta é clara: criar experiências sociais maduras, com ambientes como cinemas virtuais e encontros à distância, onde adultos (após verificação de identidade, claro!) possam interagir, paquerar e — quem sabe — se conectar de verdade. Tudo dentro da mesma plataforma frequentada por milhões de crianças todos os dias. Uma ideia super tranquila, sem margem para mal-entendidos. Imagina a confiança!

Mas calma, a Roblox garante que tudo será “bem segmentado” e protegido por tecnologias de ponta, como IA de moderação (aquela que ainda apanha para filtrar nomes de usuário inadequados). Afinal, nada como confiar em algoritmos para mediar a convivência de públicos tão diferentes.

A intenção, segundo Baszucki, é combater a solidão e criar um espaço digital mais humano. Uma nobre missão — embora muitos estejam se perguntando se isso não poderia ser feito em qualquer outra plataforma que não seja dominada por um público pré-adolescente.

Se essa proposta vai funcionar? É cedo pra dizer. Mas uma coisa é certa: transformar um jogo onde boa parte dos usuários ainda está descobrindo tabuada em um “ambiente para adultos socializarem” é, no mínimo, uma decisão ousada.

TEXTÃO DE I.A ACABA AQUI.

Pensei que esse Zelda do capeta estava morto, mas parece que ele vive? Que o quarto cavaleiro do fim do mundo se revele nessa louca aventura então.

O tio Sagat chegou pra azedar o dia dos babacas que gostam de pular e atacar de longe! Longa vida ao mestre supremo do Muay Thay!

Rapidinhas
  1. A Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando) esta sempre a espreita!
  2. RE9 começou sendo um jogo online mas a Capcom desistiu da ideia porque decidiu que não era isso que os fãs queriam.
  3. A Redação Maluca do Ideia Errada Games™(ou RMdIEG™ simplificando)  o jogo das garotas cavalos(Uma Musume Pretty Derby), é bem organizado para um gacha, parece um Brasfoot de garotas cavalo. E segundo a empresa eles são numero 1 de vendas na Steam
  4. O CEO da Ubisoft, o tio Guillemot tá enchendo a liderança da Ubisoft com os filhos dele, vai dar muito certo. Os investidores chineses vão amar. E se fosse medo de algo como os chineses ele não botava os filhos? Só quer garantir a fortuna da família mesmo? Só o tempo dirá.
  5. Desenvolvimento do Fallout 5 vai sair um dia segundo informações quentes, sai quando? Ai não sei. E parece que cancelaram um MMO e moveram os recursos pro Fallout 5 inclusive.
  6. E ainda falando de Fallout, a equipe da Zenimax(empresa dona do Fallout) relata clima de caos e medo depois das demissões da Microsoft. “É difícil trabalhar olhando pra um cemitério”.
  7. Estão construindo um parque de diversões de Pokémon no Japão e isso nem é novidade, é inevitável.
  8. Uma situação clássica da indústria, Square-Enix diz que perdeu o código original do FF Tactics então o remaster que vai sair foi refeito do zero, provavelmente por isso não tem o conteúdo da versão do PSP.
  9. Dead by Daylight vai ter filme e poster anunciado… Só não posto de preguiça mesmo.

IMAGENS E MEMES SEM MOTIVOS!

Será que um dia esse filme sai?
Esse filme só me assusta a cada novo anuncio.
Fazer o que? Até a Nintendo tá assim.
Quem não ama?
Pode fazer pirataria na Europa mas não nos EUA? O que leis de regularização podem fazer né?
Donkey Kong Bananza tem uma parte que faz referência a um cancelado jogo de corrida do Donkey Kong.

Esse daqui no caso.

Realmente não tem diferença.
Olha, tem que comprar, pintar e montar essa merda. É melhor guardar dinheiro e ir na zona mesmo.
Oi?

Um grupo conservador anti-pornografia se uniu com grupos evangélicos dos EUA pra fazer uma frente pra censurar mais de 80 jogos da Steam usando, sem nenhuma evidência que os jogos envolvem abuso infantil. Na duvida revejam o textão da I.A para mais detalhes.
E o próprio artigo da Vice que noticiava isso foi censurado por esses grupos. Combater os amigos tarados do Trump eles não querem né? Claro que não! Eles são os amigos tarados do Trump.
Quando misturam um meme atual com Warhammer é sinal que essa porra tá muito popular.
Não disse?
CARALHO! Isso é oficial, o cortador de grama vem de fábrica com Doom dentro!
Depois perguntam porque Nintendo apesar dos pesares ainda é mais pica que a Sony.

 

 

 

 

Edalmir Biscaia

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